A falta de responsabilidade com os moradores da rua Floriano Peixoto, vem ocorrendo desde de governantes passados, os moradores já fizeram baixo assinado, manifestação mais nada adiantou.
Os nossos governantes se fazem de cego para o problema que acontece na rua Floriano Peixoto, as mesma promessas de sempre, "Vamos esperar o período de chuva passar para podermos achar uma solução".
O atual Prefeito começou com uma obra, mais como varias obras na cidade, se tem mais uma obra inacabável, deixando ate pior a infraestrutura da rua, com buracos maiores que estão prejudicando os moradores e o transito que necessita passar na rua, em media se tem mais de 10 casas que não podem sair com seus transporte por que "TINHA UM BURACO NO MEIO DO CAMINHO".
Dados mostra que para a Urbanização, veio R$295.300,00 - a pergunta que muitos fazem, onde esta esse dinheiro?? - Agora no período chuvoso não se poderá fazer nada, esperamos que no próximo ano a diferença seja feita, que o povo de estreito eleja um representante que trabalhe para o povo.
Moradores indignados disse para o nosso blog que já estão para arrumar um outro lugar para morar, outros já dizem em ate ir para outra cidade, por que não vêem mais esperança nenhuma em Estreito, essa é a imagem que estão deixando de nossa cidade, uma cidade que não tem responsabilidade, não quer o bem estar da população e a ganancia reina.
MP pede a condenação de 11 pessoas por improbidade administrativa
Gestores, servidores, comerciantes e empresários do município participaram de fraude de licitação.
A 1ª Promotoria de Justiça de Estreito ajuizou, em 11 de novembro, Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra 11 pessoas entre gestores, servidores, comerciantes e empresários do referido município (localizado a 493km de São Luís), envolvidos em fraude de licitação para a reforma da Escola Municipal Luiz de Oliveira, que custou R$ 148.800. Propôs a manifestação ministerial o promotor de Justiça Luís Samarone Batalha Carvalho.
A ação foi movida contra José Gomes Coelho (prefeito), Osvaldo Silva da Costa (servidor municipal e presidente da Comissão Permanente de Licitação - CPL) de Estreito), Eliane Santos Rodrigues (servidora municipal e membro da CPL), Wanderleia Sousa Silva (servidora municipal e membro da CPL), Analdyane Brito Noleto (secretária municipal de educação), Klene Rocha Pacheco (servidor municipal), João Luís da Silva Filho (servidor público estadual, marido da secretária de educação conhecido como Roberto Carlos), José Defalla Silva Rodrigues (comerciante), Carla Rodrigues Pereira (comerciante), Roberto Araújo de Oliveira (advogado) e Raimundo Nonato Ramos (empresário).
Segundo o promotor de Justiça, os demandados cometeram irregularidades como liberação de verba pública sem a observação das normas legais, facilitação para enriquecimento ilícito de terceiro, ofensa aos princípios da legalidade, moralidade, honestidade e isonomia, violando a Lei nº 8.429/92.
FRAUDE
Foi apurado pelo Ministério Público do Maranhão que a empresa Carla Construções, vencedora da licitação para a reforma da escola, fora escolhida e contratada antes de o certame licitatório ser iniciado, tendo sido o procedimento fraudado para gerar impressão de legalidade junto aos órgãos fiscalizadores, sobretudo o Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Concorreram com a Carla Construções, as empresas Construtora C.S. Ramos LTDA e N.R. Empreendimentos LTDA. Durante a investigação, o promotor de Justiça também suspeitou do valor apresentado pelas empresas, todos, muito aproximados: R$ 148.800,00, R$ 148.924,54 e R$ 148.929,60. Na apuração, o MPMA constatou que os acionados Roberto Araújo de Oliveira e Raimundo Nonato Ramos, membros das empresas que concorreram com a escolhida, contribuíram para a fraude.
No processo licitatório, a Promotoria observou a ausência de projeto básico, ausência de planilha de preços e inexistência de saldo orçamentário. Irregularidades que implicam na nulidade da licitação.
Igualmente foi constatada a ausência de vários documentos das empresas concorrentes e que as propostas não foram rubricadas pelos membros da CPL. Além disso, o processo não foi autuado, protocolado e numerado, entre outras ilegalidades.
Foi constatado, ainda, que a empresa escolhida não possuía condições técnicas para executar a obra, tanto que, posteriormente, uma outra construtora assumiu os trabalhos para corrigir irregularidades da obra, como rachaduras, paredes tortas e sem pilastras de sustentação.
"Lançado na modalidade carta-convite, o certame apresenta irregularidades gritantes, que não apenas tornam o contrato firmado com a suposta empresa vencedora nulo, mas indicam a existência de atos maculados desde a sua concepção, visando fraudar o procedimento e ferir os princípios da isonomia entre as empresas candidatas e da imparcialidade da administração", declarou o promotor de Justiça Luís Samarone Carvalho, no texto da manifestação.
PEDIDOS
Como medida liminar, o MPMA pede a indisponibilidade dos bens dos acionados até o limite de R$ 148.624,75 como meio de viabilizar o ressarcimento dos danos ao erário. Solicita, ainda, a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco a oito anos, pagamento de multa civil, proibição de contratar com o poder público, entre outras penalidades.
ACORDO
Segundo o promotor de Justiça Samarone Batalha Carvalho, logo depois das eleições municipais, o comerciante José Defalla foi procurado pela secretária de educação Analdyane Noleto e pelo servidor estadual João Luís da Silva, que o propuseram a obra de reforma da escola. Os detalhes foram acertados pelo prefeito José Gomes Coelho, que pediu a Defalla o orçamento da obra e a documentação da empresa, posteriormente entregues a Osvaldo Silva da Costa, presidente da CPL de Estreito.
Um detalhe apontado pela investigação do MPMA é que a empresa Carla Construções, de propriedade de Defalla cuja sócia majoritária é Carla Pereira Rodrigues (filha do comerciante), foi constituída após acordo do prefeito com Defalla para a realização de obras. O primeiro trabalho realizada pelo empresa foi a reforma do Ginásio Duartinho.
Carla e Defalla informaram que o objetivo inicial da obra da escola era somente a reforma do prédio. No entanto, o prefeito convenceu Defalla a construir também um anexo com novas salas de aula. O procedimento licitatório seria realizado posteriormente, como fachada para legitimar a escolha previamente efetivada. Mas somente a licitação referente ao prédio velho foi feita, mesmo assim de forma irregular.
"Como visto, o prefeito não mediu esforços para iniciar as obras e não mediu as consequências, deixando de observar as normas da Lei nº 8.666/93, pertinentes às licitações", afirmou o promotor de Justiça, na ação.
Alem de ser um grande incentivo para a pratica de exercícios, proporcionam também a facilidade de acesso aos aparelhos para todos aproveitarem e cuidar de sua saúde.
Os aparelhos são novos e foram instalados na Praça da Liberdade e na Praça do Estudante, dois locais estratégicos onde se tem um grande fluxo de pessoas.
Especialistas recomendam a pratica do exercício de pelo menos 3 a 5 vezes por semana de 40 a 60 minutos por dia, alongamentos e caminhadas são os mais recomendados, também é importante ter uma boa alimentação e beber muito liquido.
"Agora venho todos os dias fazer exercícios, antes era só em casa sem fazer nada" - disse uma moradora de Estreito.